Graficamente:

Eis a questão: em presença de carência temporária, dada a taxa de juro etc., calcular o coeficiente de financiamento.
Então, qual o valor de R$1,00 no momento “5”:
Situação “a”:
f FIN
PV = –1
i = 2,3
n = 5
FV = ?
FV = 1,120413.
Dada às condições pactuadas, reproduzidas nesse cálculo financeiro, significa dizer que o valor de R$1,00 no momento “5” seria igual a R$1,120413 (cerca de R$1,12).
Com esse novo valor, calcula-se o coeficiente de financiamento:
PV = –1,120413
n = 8
g BEG
PMT = ?
PMT = 0,151448
Então, o coeficiente de financiamento seria 0,151448. Ou seja, cada prestação básica representaria, no caso, cerca de 15,14% do valor contratado, qualquer que seja...!
Situação “b”:
f FIN
PV = –1
n = 4
i = 2,3
FV = ?
FV = 1,095223
Na atual circunstância, esse seria, então, o valor assumido por R$1,00 no momento “4”. Como esse novo valor, calcula-se o coeficiente de financiamento desejado.
PV = –1,095223
n = 8
g END
PMT = ?
PMT = 0,151448
O valor de cada prestação básica seria ditado pelo coeficiente 0,151448. Veja que é o mesmo coeficiente anteriormente encontrado...!


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